D. Escobar - Hecha la ley, hecha la trampa (3)

Daniel Escobar no Hangar, em Barcelona

08.Feb.2017

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P.Motta - Naufragio calado 0003

(Português) Pedro Motta na CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais

05.Jan.2017

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Eder Santos no Palácio das Artes

20.Dec.2016

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Manuel Carvalho na Celma Albuquerque

15.Dec.2016

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Daniel Bilac na Celma Albuquerque

29.Nov.2016

Quero que você me deteste
Daniel Bilac

A Celma Albuquerque apresenta individual de Daniel Bilac intitulada Quero que você me deteste. As obras que compõem a exposição trazem representados elementos aparentemente desconexos. Bombas de gás lacrimogênio, helicópteros e policiais fardados dividem as composições com objetos domésticos e personagens infantilizados. Para o artista, esse inventário de imagens tão vasto e diverso dialoga com a presença cada vez mais trivial de diferentes formas de violência no cotidiano das cidades.

Entre o ridículo e o precário
Para Daniel, o ano de 2016 foi um marco decisivo no que considera um abalo do diálogo como ferramenta de conciliação. Nas disputas simbólicas e políticas dos últimos meses, o artista identifica que “a agressividade e a intolerância estão abertamente presentes nos discursos conservadores. E mais: elas são expressas em símbolos deliberadamente infantilizados, como bonecos infláveis, caricaturas e mascotes”.

Sobrepostas às apropriações desses símbolos, os trabalhos também trazem rasuras: manchas de spray, riscos de carvão, garatujas e massas informes, que se aproximam da visualidade da pichação e de outras intervenções não oficiais no espaço público. De acordo com Daniel, essas marcas evocam “uma estética da resistência e da desobediência, o que não deixa de ser um rastro das disputas de poder na cidade”.

Esse conjunto de elementos convive, ainda, com representações de objetos domésticos e corriqueiros – “o apoio à violência, seja física, simbólica ou institucional, deixou de ser constrangedor ou chocante: está presente nas conversas, no telejornal policialesco e em toda a vivência cotidiana”, afirma o artista.

A mostra conta com obras de dimensões e formatos variados. Papéis, superfícies emborrachadas, chapas de madeira e tecidos são alguns dos suportes explorados. Além disso, muitos trabalhos têm sua estrutura de montagem aparente, deixando parafusos, cortes e emendas visíveis. “É uma precariedade material flagrante, mas também é um elemento de força”, conclui Daniel.

Daniel Bilac (1986) é artista visual formado pela Escola de Belas Artes da UFMG. Já realizou as individuais Monumento Vidraça Monumento Ruína (Centro Cultural São Paulo, 2015 e Memorial Minas Gerais Vale, 2014); Manual da espera (FAOP, 2013); Quando eu disser seu nome (Celma Albuquerque Galeria de arte, 2011) e Tudo o que tem dente morde (Galeria de Arte da Cemig, 2010).

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Exposição Estado de Naturez - Jeu Du Paume

Pedro Motta no Jeu de Paume

25.Oct.2016

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