Antonio Dias, João Castilho, Nuno Ramos e Waltercio Caldas na 10ª Bienal do Mercosul

08.Out.2015

Com o título Mensagem de Uma Nova América a 10ª Bienal do Mercosul retoma sua vocação histórica ao priorizar novamente a arte produzida nos países da América Latina.

A plataforma curatorial da 10ª Bienal do Mercosul estará voltada para a exibição da produção artística dos países latino-americanos, retomando uma vocação inicial apontada em sua primeira edição, cuja estratégia curatorial era “reescrever” a história da arte da América Latina. Esta edição da exposição buscará promover a visibilidade, a legibilidade e a recepção da produção artística destes países através de uma exposição de grande envergadura que irá se construir em torno da produção mais relevante desta região. A exposição pretende dar conta de um considerável número de “pontos cegos” deixados pela crítica e pela historiografia, trazendo à superfície obras cuja contribuição artística ainda não recebeu a merecida consideração crítica.

Antonio Dias, João Castilho, Nuno Ramos e Waltercio Caldas são quatro dos artistas cujas obras foram selecionadas para a 10ª Bienal do Mercosul.

Fonte: site da Fundação Bienal do Mercosul

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Beth Jobim lança seu primeiro livro pela Cosac Naify

01.Out.2015

O primeiro livro sobre a artista Elizabeth Jobim, importante pintora e desenhista que integrou o grupo de pintores da Geração 80 e foi aluna de Eduardo Sued e Anna Bella Geiger, será lançado em outubro pela Cosac Naify.

A artista brinca com as cores e dimensionalidades de suas obras, desdobrando-as no plano físico e conceitual. O livro bilíngue conta com ensaio exclusivo do curador e crítico Paulo Venancio Filho e entrevista com a autora feita por Taisa Palhares.

Fonte: site Cosac Naify

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Mabe Bethônico participa do Seminário Internacional de Arte Contemporânea 2015 no Paço das Artes

15.Set.2015

Mabe Bethônico participa de seminário internacional que discute a arte latino-americana no Paço das Artes, em São Paulo. A artista foi convidada para mesa redonda no evento Outras Histórias na Arte Contemporânea e propõe uma colaboração com o artista Amilcar Packer, a partir de texto de Pierre Deffontaines.

Os palestrantes devem abordar a perspectiva geopolítica da qual partem os textos e estudos sobre a arte latino-americana no mercado, de que forma as coleções museológicas refletem ou não os discursos dos eixos hegemônicos, entre outros assuntos.

Fonte: site Paço das Artes

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Metamorfose, de João Castilho, em exposição no CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais

31.Jul.2015

Diferentes vertentes da produção fotográfica contemporânea estarão reunidas na exposição Gestos, relatos, escritas e autoficções, entre os dias 29 de julho e 12 de setembro. Com curadoria de Mariano Klatau Filho, a mostra reúne 106 fotos, sete livros/dissertações e seis vídeos distribuídos em 25 obras de 18 artistas de sete estados brasileiros. Os trabalhos buscam evidenciar a fotografia como um processo, similar ao de produção escrita, em que as obras não são necessariamente inacabadas mas demonstram as estruturas de construção de relatos.

Entre as obras em exposição está Metamorfose, de João Castilho. Em sua produção o mineiro traz traduções de um parágrafo do livro homônimo de Kafka com pequenas alterações.

Essa é a primeira exposição em que o Centro de Arte Contemporânea e Fotografia passa a ser identificado como CâmeraSete –Casa da Fotografia de Minas Gerais. Com a mudança, a ideia é transformar o espaço em um referencial para a fotografia em Minas, intensificando ações de debates e reflexões sobre a arte fotográfica.

Fonte: site Fundação Clóvis Salgado

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Capela do Morumbi recebe instalação inédita da artista mineira Laura Belém

25.Jul.2015

Artista articula arquitetura e diferentes histórias da edificação centenária em “Anekdota”, instalação em que cobre de grama o piso da capela e reconstrói a fachada no nível do chão. Abertura no dia 9 de maio, sábado, às 11 horas

O Museu da Cidade inaugura no dia 9 de maio de 2015, sábado, às 11 horas, na Capela do Morumbi, a exposição “Anekdota”, de Laura Belém. A artista mineira se vale das histórias sobre as origens do local e desvirtua o sentido de espaço interno e externo, cobrindo de vegetação a nave da capela e reconstruindo a fachada de alvenaria dos anos 1940 no nível do solo.

Ao relacionar de um modo livre a ausência de documentação factual sobre a origem e uso precípuo do local, bem como suas lacunas temporais, Laura promove uma espécie de entropia e reafirma a subjetividade da história: no interior da Capela vê-se o recorte e a reprodução da parede frontal de alvenaria, assentada no chão. Essa arquitetura atravessa a nave central da Capela e sai pela lateral direita, de forma que a torre (o seu duplo) encontra-se na parte externa. O jardim, por sua vez, é trazido para o interior da Capela, ocasionando uma contigüidade entre interior e exterior, como “Adentro” (2012) e “Pampulha” (2002), trabalhos em que realiza ação similar.

O título “Anekdota” vem do vocábulo grego ἀνέκδοτον, que significa literalmente “o que não foi publicado”. O percurso semântico dessa palavra é notável e remete, primeiramente, à Roma justiniana, ao Renascimento tardio, à linhagem dos Médicis em Florença e, por fim, à França do século XVII. Seu deslocamento de gênero historiográfico sem fontes para a atual “anedota” se deve, em grande parte, à língua francesa que, já no século XVII, passou a adotar a palavra nesse sentido.

Tal qual numa anedota, narrativa oral inconclusiva em que coexistem diversos pontos de vista, Laura parece ter a sua história para esse espaço plástico sobre o qual pairam tantas interpretações. Não importa o que digam, nem o que façam: tudo se arruína ou, ainda, tudo se transforma.

Um pouco de história

Sob projeto e direção do arquiteto modernista Gregori Warchavchik, a edificação, com paredes de alvenaria erguidas sobre ruínas de taipa de pilão, nunca funcionou como capela. Como poucos sabem, a construção não se baseou numa recuperação de uma antiga capela, uma vez que não há nenhum documento histórico que comprove que o local tenha sido um santuário. Se preferir, acesse o site: http://www.museudacidade.sp.gov.br/capeladomorumbi.php para mais informações.

A Capela do Morumbi recebeu 113 projetos desde o início dos anos 1990, quando passou a ser utilizada como espaço artístico sob os cuidados da Secretaria Municipal de Cultura. Entre os artistas que ali realizaram trabalhos destacam-se Carlos Fajardo, Iole de Freitas, Dudi Maia Rosa, Sergio Sister, Carmela Gross, Carlos Vergara, José Resende, Leonilson, Nelson Leirner, Albano Afonso, Sandra Cinto, Daniel Acosta, Carlos Eduardo Uchôa, Wagner Malta Tavares, Ana Paula Oliveira, Guto Lacaz, Laura Vinci, José Spaniol, Marcelo Moscheta, a dupla Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, Alexander Pilis, Maurício Ianês, Tatiana Blass, Lucia Koch, Iran do Espírito Santo e Felipe Cohen.

Serviço:

“Anekdota”, instalação da artista Laura Belém
Abertura: 09 de maio, sábado, das 11h às 16h
Período expositivo: 09 de maio a 30 de agosto de 2015

Capela do Morumbi
Avenida Morumbi, 5387, Morumbi – São Paulo
Telefone: (11) 3772 4301
Horário de Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada gratuita e livre

Fonte: Museu da Cidade de São Paulo

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