Antonio Dias
abr - mai 2013


Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

A Celma Albuquerque Galeria de Arte abre ao publico, no dia 22 de abril, a exposição do artista Antônio Dias. A mostra exibe uma série de obras produzidas pelo artista nos anos 80 e que por quase três décadas não foram exibidas ao publico.

Nascido em Campina Grande na Paraiba, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1958, fez seus primeiros estudos com Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Artista de vanguarda marcou seu espaço internacional como um dos nomes mais importantes de sua geração. A partir dos anos 60, passou alternar seu tempo entre o Brasil e a Europa, onde também expõe regularmente sua obra.

Papelões com aspecto despojado

Em 1977, Antonio Dias fez uma viagem a Patan, uma das principais cidades do Nepal. Durante os cinco meses que passou no país asiático, estudou as técnicas de produção de um papel típico de lá, com textura específica e à prova de mofo. A partir daí, o paraibano, um dos mais renomados artistas plásticos brasileiros na atualidade, mergulhou na realização de uma série de trabalhos que tinham como suporte esse mesmo papel artesanal. Os desenhos e as colagens possuem formas abstratas, entre as quais se podem vislumbrar imagens de rostos, martelos, machados e outras figuras.

As obras que farão parte da exposição abrangem um arco cronológico amplo – de 1983 a 1991 – e documentam de certo modo a grande transformação que o trabalho de Dias vive a partir desse período, quando também reelabora o vocabulário das décadas anteriores.

Em seu trabalho, o artista apela para a tridimensionalidade, usando gesso, colagem e todos os recursos ao alcance das mãos. A técnica mista – uma expressão generalizada que por si não significa nada – em suas mãos, ganha uma diversidade que chega ao paroxismo: relevo em massa, colagem, óxido de ferro, grafite, pigmentos de toda natureza, que se misturam e se combinam. O importante é jamais ser igual, o essencial é mudar a todo instante.