Eduardo Sued – Pinturas
jun - jul 2013


Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Eduardo Sued - Pinturas, 2013

Eduardo Sued
Pinturas, 2013

Antonio Dias - Antonio Dias, 2013

Antonio Dias
Antonio Dias, 2013

O artista Eduardo Sued expõe sua produção mais recente na Celma Albuquerque Galeria, a partir do dia 14 de junho.  A exposição Eduardo Sued Pinturas tem curadoria do crítico e professor de historia da arte Paulo Sergio Duarte.

Nascido em 1925 no Rio de Janeiro, estudou na Escola Nacional de Engenharia, abandonou o curso com a decisão de se tornar pintor, morou em Paris entre 1951 a 53, onde teve contato com obras geniais de grandes mestres, em particular com a de Picasso, nesse mesmo período freqüentou a Academia Julian e a Academia da Grande Chaumière. De volta ao Rio de Janeiro, estudou gravura em metal com Iberê Camargo. Na década de 60, surge uma presença forte do construtivismo em seu trabalho que o coloca ao lado de importantes nomes ao lado de Volpi, DaCosta e Maria Leontina. Sua pintura se estrutura na década de 70, e uma mudança se faz presente, no início dos anos 80, ainda sem abrir mão das pinceladas discretas, quase invisíveis: a tela se organiza numa grade geométrica ocupada por cores saturadas em oposições cromáticas originais e inusitadas como ainda não se havia visto na pintura brasileira. Segundo o crítico e professor de história da arte Ronaldo Brito, “A pintura de Sued se constrói rigorosa e articulada. Espaço e cor resultam de um pensamento cerrado – variações mínimas, cálculos e compatibilidades quase infinitesimais garantem a identidade indiscutível de cada tela.” Eduardo Sued, um dos maiores artistas brasileiros vivos, já participou da Bienal de Veneza e de duas Bienais de São Paulo. Em 1997, foi um dos três vencedores da primeira edição do prêmio Johnnie Walker de artes plásticas.

Toda cor de Eduardo Sued

A mostra é um resumo do trabalho recente do artista, que aos 88 anos, continua indo diariamente ao seu ateliê, em Jacarepaguá experimentando a liberdade das cores e, sobretudo porque ainda sente “muito prazer em fazer sequências de trabalhos’’.

As cores pulsam nas obras de Sued, com sua textura, luminosidade, profundidade, volume e tensão com o espaço. Uma vez definido com um dos maiores coloristas brasileiros. O artista reúne pinturas, desenhos e objetos para essa exposição – o que se vê em suas telas são forma e cor com pinceladas visíveis com marcas de energia perceptíveis. ‘’Essas marcas são notadas pela diferenciação cromática, as vezes sutil, como uma superfície negra lisa e outra mais brilhante, onde a ação do pincel é mais presente’’, contextualiza Paulo Sergio Duarte, curador da exposição.

A pintura de Eduardo Sued se concentra na ação da tinta e do pincel, nem por isso abandonando o desafio de buscar outros suportes. É como se suas telas se deslocassem para o tridimensional em objetos e construções de madeira que aparecem com vontade de avançar o espaço.