Nuno Ramos
jun - jul 2016


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NUNO RAMOS
JUN – JUL 2016
FOTO: DANIEL MANSUR

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JUN – JUL 2016
FOTO: DANIEL MANSUR

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JUN – JUL 2016
FOTO: DANIEL MANSUR

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NUNO RAMOS JUN-JUL 2016

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NUNO RAMOS JUN-JUL 2016

Nuno Ramos
Nuno Ramos

A Celma Albuquerque Galeria de Arte apresenta Nuno Ramos, individual do artista que reúne um conjunto de trabalhos recentes, alguns desenvolvidos especificamente para a mostra.

Cinco obras de dimensões generosas ocupam a galeria. A queda, trazida a público pela primeira vez na Pinacoteca do Estado de São Paulo ano passado, e outras duas inéditas são fruto da retomada do uso da vaselina como base para obtenção das cores, técnica utilizada pelo artista no final da década de 1980. Chamadas por Nuno de pinturas misturam, além da vaselina, cera de abelha, pigmentos, tinta a óleo, tecidos, plásticos e metais sobre madeira.

Nas duas outras obras, entendidas como relevos e também fixadas sobre uma base bidimensional, a tinta a óleo coabita com chapas e tubos de metal, tecidos e plásticos que extrapolam os limites do suporte e contrastam com a textura e os movimentos apresentados pela tinta. Intitulado Hagoromo (O manto de penas), um destes relevos tem como referência obra japonesa homônima, peça clássica do Teatro Nô. Nela, um anjo e um pescador negociam: a devolução do manto sagrado encontrado pelo pescador, pertencente ao anjo e sem o qual não pode retornar ao plano celestial, só será feita se o anjo aceitar dançar para ele.

Nuno Ramos nasceu em 1960, em São Paulo, onde vive e trabalha. Formou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo em 1982 e começou a pintar em 1984, integrando o ateliê Casa 7. Desde então desenvolve trabalhos como desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor, tendo realizado exposições regularmente em importantes instituições no Brasil e no exterior, tais como Estação Pinacoteca, em São Paulo, Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, Museum of Contemporary Art, em San Diego, nos Estados Unidos.
Foi o artista representante do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza de 1995; recebeu, em 2009 e 2011, o Prêmio Portugal Telecom de Literatura por Ó e Junco, respectivamente; o Grant Award da Barnett and Annalee Newman Foundation, em 2006; e o Prêmio Jabuti, em 2012, novamente por Junco.