Pedro Motta – Testemunho
ago - set 2013


Pedro Motta - testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
série Natureza das Coisas, 2013
48 fotografias – Impressão de tinta mineral em papel de algodão
61 x 55 cm

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
série Natureza das Coisas, 2013
48 fotografias – Impressão de tinta mineral em papel de algodão
61 x 55 cm

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
série Natureza das Coisas, 2013
48 fotografias – Impressão de tinta mineral em papel de algodão
61 x 55 cm

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
Série Testemunho, 2013
Fotografia – Impressão de tinta mineral em papel de algodão

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
Série Testemunho, 2013
Fotografia – Impressão de tinta mineral em papel de algodão

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
série Espaço Confinado, 2013
21 fotografias – impressão de tinta mineral em papel de algodão e carvão
45 x 45 cm

Pedro Motta - Testemunho, 2013

Pedro Motta
Testemunho, 2013
série Natureza das Coisas, 2013
48 fotografias – Impressão de tinta mineral em papel de algodão
61 x 55 cm

A Galeria Celma Albuquerque apresenta a exposição individual do artista Pedro Motta, um dos nomes mais premiados de sua geração. “Testemunho” abre ao público no dia 29 de agosto. A mostra reúne séries agraciadas pelo BESphoto 2013, prêmio criado em 2004, em Portugal, por iniciativa do Banco Espírito Santo e Coleção Museu Berardo, extensivo a artistas de países que tenham o português como língua oficial.

Formado em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG, o mineiro Pedro Motta vive e trabalha em Belo Horizonte e São João del-Rei. Expôs neste ano a mostra “Natureza das coisas”, no Museu Coleção Berardo, em Lisboa, onde sagrou-se como vencedor do  BESphoto, com votos unânimes do júri  internacional composto pelo escritor Geoff Dyer (Londres), o professor Luc Sante (Nova York), e a crítica de arte Rosa Olivares (Madrid). Entre as outras principais exposições individuais destacam-se ainda: “Campo Fértil”, de 2012, na Galeria Luisa Strina, em São Paulo, “Reacción Natural”, de 2011, no Centro de Exposiciones SUBTE em Montevideo, Uruguai, o 27º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte,  Bolsa Pampulha, de  2004,  no  Museu da Pampulha em Belo Horizonte.

Aos 36 anos, Pedro vem arrecadando importantes prêmios nacionais e internacionais, como o Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais e o Residency Unlimited, Nova York, ambos em 2012. Para o curador e crítico de arte Rodrigo Moura, “a precariedade ou o caráter transitório que encontramos na maioria dos temas fotografados por Motta está ligada, de maneira complementar, a um certo desejo de permanência. Seu trabalho é feito a partir de uma paciente pesquisa de campo, seja na cidade ou no deslocamento pelo interior do país.   Muitas das suas imagens são tomadas na rua ou na estrada, ou melhor, à beira destas, ao longo de suas jornadas. Fachadas interrompidas, árvores concretadas, construções provisórias, obstáculos, jardins que se fundem a construções’’.

Um desdobramento possível

“Testemunho” é o nome da exposição individual de Pedro Motta preparada especialmente para a Galeria Celma Albuquerque, Belo Horizonte, em 2013. Estas séries de fotografias/desenhos/esculturas são o espaço de experimentação e reflexão sobre paisagens criadas por meio de manipulações digitais. Trata-se de um retorno ao desenho, uma vez que o artista elegeu a fotografia como principal suporte de suas pesquisas iniciadas em 1997.  A proposta apresentada nesta exposição coloca em discussão a relação entre a natureza e as intervenções humanas. O poder desmesurado da natureza é visto como um fator de singularização da paisagem contida no espaço geográfico – lugar de integração e convívio, onde se faz propagar representações e imagens. O trabalho pode ser compreendido como um testemunho da observação contemporânea da mudança e do deslocamento da paisagem natural. Assim, as imagens são como uma forma de documentação das transformações que ocorrem diante de nossos olhos, embora, às vezes, ocultas aos transeuntes pela rotina do cotidiano. Serão apresentadas as séries: “Testemunho”, “Espaço Confinado”, “Natureza das Coisas” e, ainda, duas séries sem título.