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Pedro Motta e Rochelle Costi estão entre os ganhados do Prêmio Marcantonio Vilaça

10.Ago.2017

A arte contemporânea brasileira teve uma noite de gala no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBe), em São Paulo. É que na noite dessa quinta-feira (10), foram anunciados os vencedores da 6ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas. Depois de mais de 600 inscrições e 20 finalistas, um momento de comemoração para os cinco artistas premiados: Daniel Lannes (RJ), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), Pedro Motta (MG) e Rochelle Costi (SP). Já o curador vencedor desta edição foi Josué Mattos (SC). Fizeram parte do júri: Anna Bella Geiger, Marcus Lontra (curador do Prêmio), Paulo Herkenhoff, Ricardo Resende e Wagner Barja.
As obras dos cinco artistas vencedores, juntamente com os trabalhos dos outros finalistas, poderão ser vistas gratuitamente a partir desta sexta-feira (11), no MuBE.

Para o curador do Prêmio, Marcus Lontra, a exposição apresenta um panorama de toda diversidade cultural brasileira. “O que a gente pretende é mostrar que o Brasil tem uma enorme capacidade criativa em várias regiões. E não apenas nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro. Há outros estados com um núcleo poderoso de arte contemporânea”, conta.

A exposição vai até outubro com obras de Alice Miceli (RJ), Bruno Vilela (PE), Camila Soato (DF), Dalton Paula (GO), Daniel Lannes (RJ), Éder Oliveira (PA), Edith Derdyk (SP), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), João Angelini (DF), João Loureiro (SP), Marcelo Moscheta (SP), Mariana Manhães (RJ), Pablo Lobato (MG), Pedro Motta (MG), RochelleCosti (SP), Rodrigo Sassi (SP), Suzana Queiroga (RJ), Thiago Martins de Mello (MA) e Tony Camargo (PR).

O mineiro Pedro Motta, um dos artistas vencedores, conta que participa do prêmio desde a primeira edição. De Belo Horizonte se mudou para São João Del Rei, cidade histórica que teve grande influência em sua trajetória artística. “O meu trabalho vai se formando em relação ao espaço onde eu vivo. Ganhar esse prêmio é maravilhoso, porque a gente ganha projeção e tem a oportunidade de levar os próprios trabalhos e de outros vencedores para várias regiões do Brasil. E esse olhar do outro é o que move as artes plásticas”, diz.

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